letreiro

26 de julho de 2010

Uno mas...



Decididamente no voy a ser uno más. 
Son muchos años cultivando mi mente, preservandola de sentimientos sin arraigo deliberado.
Son demasiadas horas de cuidar mi cuerpo, sudando en duras sesiones de trabajo, evitando caer en tentaciones gastronomicas que hubiesen otorgado un efimero placer, nada duradero.
Son muchas las reflexiones, incluso los momentos de valentia en la toma de decisiones para elegir el mejor camino. Siempre el mas esquivo a las influencias que deterioren el regalo que es tenerme en la vida de otra persona.
Es demasiado el placer que atesoro, que guardo con extremo celo para ser liberado ante la persona merecedora de ello.
Sin juzgar, a pesar de lo que pueda parecer, mi vida ofrece compartir buenos momentos, no saldar cuentas pendientes. Como ya he dicho en anteriores ocasiones, busco lo complementario para mi vida actual, no alguien que sea un sucedaneo con retardo de mi "yo mismo".
Por eso es dificil la busqueda. Mi vida esta perfectamente diseñada. Todo esta en su sitio,e incluso lo que no está, dispone de un espacio de privilegio, listo para ser ocupado.
Luego lo que tenga que venir (si es que tiene que hacerlo ) vendrá por si solo. Lo quiera yo o no. Lo quieras tu o no lo quieras. Asi son las cosas.
Eso explica mis movimientos. 
No son lentos. 
Si precisos.

Salam al aleichem

“Louvado seja Deus que criou os paus retos como lanças para guerrear nas vaginas(…)
Louvado seja aquele que nos deu a dádiva de poder mordiscar e chupar seus grossos lábios e encostar coxa contra coxa e depositar nossos colhões no limiar da Porta da Clemência”

Dedo naquilo

Tive um namorado que adorava enfiar o dedo na minha xota, não importava a ocasião e o lugar. Eu tinha uns 15, 16 anos e me achava nova demais para transar, então, acho que isso dava uma aliviada nas pressões de vez em quando.
Tudo começou quando um dia, durante apertos num beijo caliente, ele, num impulso natural, começou a acariciar minha bucetinha por cima da calcinha e notou que sua mão havia saido molhada.  Ficou tão excitado que afastou a calcinha e fez em mim o primeiro finger fuckin’, gemendo tanto quanto eu, que gozo muito fácil e muitas vezes.
Bastou isso para se empolgar e começar a me masturbar sempre que me beijava. Viciou total.
Desde então, se tornou uma coisa comum era só a gente começar se beijar e ele já tchum! Queria enfiar o dedo.
Eu não reclamava, obviamente, afinal não era toda garota que gozava duas, três vezes quando beijava o namorado, eu só ficava encanada com a sujeira da mão ou algo parecido, mas ele gostava tanto que era capaz de parar tudo, lavar as mãos e começar tudo de novo. Daí comecei a andar com aqueles géis antibacterianos, do tipo lavagem de mão a seco. Pronto, problema resolvido.
É claro que nem toda vez a dedada era possível, quando estávamos em público ele ficava bem incomodado porque não conseguia me masturbar, o movimento de acariciar minha buceta era tão automático que comecei a segurar seu punho quando eventualmente nos beijávamos, afinal, não ia pegar bem ele passando a mão no meio da minhas pernas frente do meu pai, por exemplo, ou quando nos despedíamos com um simples selinho, no meio da rua ou no meio do shopping center.
Mas era só a gente entrar num cinema, ou ficarmos sozinhos em algum lugar que pronto, lá ia ele com sua mão nada boba. Quando eu estava de calça, ou ele abria o zíper ou enfiava a mão pelo cós, quando eu estava de saia (o que ele certamente preferia) era só afastar a calcinha (se eu estivesse usando) e tocar uma siririca pra mim, que gozava arfando, abafando meus gritos contra seu peito ou seu ombro.
Por conta desse vício gostoso ele me fez gozar nos lugares mais inusitados.
Cinemas – Bem isso era normal, não importava o gênero do filme, eu gozei até assistindo Sexta-Feira 13.
Restaurantes – Uma vez combinamos com outro casal amigo nosso de comermos sanduíche numa lanchonete famosa e disputadíssima do bairro do Itaim, em SP. Como eles demoravam, a gente conversou, conversou e como fomos ficando meio que entediados, resolvemos começar a nos pegar ali mesmo.
A lanchonete possuia aqueles bancos tipo sofá, tradicionais em lanchonetes americanas dos anos 50, então, eu, que estava de saia jeans e sem calcinha, abri de leve a perna e ele fez a festa. Tive que me conter para não demonstrar que estava gozando ali, no meio da lanchonete lotada, mas não posso deixar de assumir que foi bem divertido e excitante, principalmente porque eu sou uma vadia exibicionista.
Um dia, ele me dedou na igreja. Isso mesmo. Minha mãe, na época apresentou-se no mosteiro de  S. Bento para um recital de orgão. A coisa começou a ficar entediante, entediante e arrumamos um jeito de esquentar um pouco a missa. O engraçado é que pareceu que estávamos rezando, pois ficamos de cabeça baixa nos bancos, respirando, ofegantes…Fiquei excitadíssima naquele dia e me imaginei sendo amarrada no altar, espancada e fodida por inquisidores, enquanto a igreja assistia. Saí de lá tendo tremores de excitação.
Quando eu perguntava o porque de ele ser tão viciado nisso, ele dizia que se melava inteiro só de sentir a maciez de minha buceta nos dedos, e de sentir o líquido escorrendo por eles…,mas principalmente gostava mesmo era de me ver gozar.
Segundo suas palavras, eu ficava linda, radiante, os olhos brilhavam e as faces ficavam rosadas, meus cílios pareciam aumentar e eu ganhava um ar felinamente tranquilo, sexy, quase uma embriaguez.
Ele dizia que queria me deixar daquele jeito durante a maior parte do tempo possível.
Diante de uma explicação tão poética, me via praticamente impelida a abrir-lhe as pernas e me entregar ao prazer.
Sempre. Em qualquer lugar ou hora.
Não há tratamento de beleza que se equipare a isso.


ViajandoNoPrazer



"Vou te amar sem preconceito e sem medo
Deixar de lado minha timidez
Seduzir teu corpo, tua boca
Descobrir a loucura, a insensatez.

Encontros de pernas, pelos e poros
Frestas tapadas com língua a sugar
E cada gota orvalhada do teu centro
Escorre pelo corpo ardente em amar

A teimosia das mãos deslizantes
em partes quentes e ardentes
descobre teus recônditos...
Viajo no teu prazer efervescente

Corpos incendiados na loucura
exposta sobre os lençóis de seda
Sou tomada por braços fortes
E levada a viajar em tuas veredas

Gemidos ecoam na noite quente
Chega do outro lado a rua
Atiça desejos alheios
Mas é na tua cama que me encontro nua

No infinito caminho da luxúria
Que teu desejo me apresenta
Conheço a volúpia do teu prazer
Que no teu corpo, me acorrenta

E nas rotas desse prazer desmedido
Satisfaço minhas fantasias
Me entrego sem resistência
Despindo-me de qualquer alegoria."

rozeli mesquita

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