letreiro

28 de julho de 2010


 
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Meus seios tão alvos
lírios brancos no campo
vicejando ao sabor do vento
querendo roubar-te de encanto
 
teus seios de puro leite
cheiro e lambo um e outro em redor
fecho os olhos me embrenho no deleite
que é ser deles  sensível ao sabor
 
Meus seios, frementes, subtis
sob o sol da tarde, a arder
cobrem-se, pueris
mostrando-se, ao se esconder
 
teus seios quando se escondem
deixam rasto que embriaga
são mimos que em mim se fundem
fogos que a alma propaga
 
 Meus seios, sob a blusa
despontam aos olhos teus
esperando por teus lábios,
humedecidos nos meus...
 
teus seios de mulher menina
quando os beijo e sinto o frémito
teus olhos brilham felina
dentro de mim solto um grito
 
 Meus seios, de mulher livre
corpo solto, alma nua
te esperava no poema
pés descalços, deusa tua
 
teus seios do cio enlouquecida
Afrodite que me tomas docemente
descalça na ânsia lasciva tua vida
que venero no amor ardente
 
Fitavas as formas dúbias
que a natureza me deu
abriste-me um belo sorriso
que eu sabia, era meu
 
teus seios são a razão do mito
de que sou cativo em meu viver
afago com doçura enquanto os fito
deslumbro o meu olhar para os reter
 
Meus seios, dou-te a sorver
nos bicos, de leite e mel
doce delírio de teu desejo
para levar-te ao céu.
 
teus seios tão redondinhos
a pele aveludada os bicos vaporosos
suspiro quando os tenho docemente apertadinhos
os nossos corpos enleados amorosos
 
Meus seios, macios e alvos
mimos que são para ti
homem de minha paixão,
do amor maior que senti
 
Teus seios mulher suprema
tão bela de alma amante e instigada
no calor da paixão pedem que esprema
na luxúria da alma apaixonada
 
Meus seios contemplas, calado
quando tiro a blusa, perplexo
os bicos submissos, a pedirem-te
nos preâmbulos do sexo.
 
teus seios mulher amante
que são na libido meu desassossego
ao percorrer-me um arrepio excitante
no frenesim com que lhes pego
 
meus seios, perfumados
talvez seja de jasmim
perdem-se em teus lábios
quando te apossas de mim
 
teus seios halos de luz
trazem no cerne a candura do desejo
são na orgia do sexo a chave que seduz
maravilhosos quando os beijo
 
Poesia dueto, autores
Luciana e
Alberto Prado Verde
 
publicado por bostadebovideos

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